Eleições 2018: Os pré-candidatos e as dificuldades III

Hoje apresentaremos o terceiro nome da série "Os pre-canditados a presidência da República e as dificuldades" diante de vários nome o PSDB tem em Geraldo Alckmin e João Dória a maior disputa.


 Geraldo Alckmin e João Dória

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, assumiu neste mês a presidência do PSDB para tentar apaziguar o partido, que se dividiu entre ficar ou sair da base do governo Temer

Alckmin, contudo, não é o único nome tucano para a eleição presidencial. 

O prefeito de São Paulo, João Dória, ainda tenta se viabilizar dentro do PSDB. Mas muitos tucanos acreditam que ele "queimou a largada" ao fazer um giro pelo Brasil na tentativa de aumentar sua popularidade - ele ainda é considerado desconhecido no país e não conseguiu alavancar seu nome nas pesquisas. 

O ex-senador e atual prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, por sua vez, pressiona o PSDB para participar de prévias com Alckmin.


Além das disputas internas, Alckmin assume um PSDB desgastado pelas denúncias de corrupção contra integrantes do partido, em especial as que pesam contra o senador Aécio Neves, que disputou as eleições presidenciais em 2014. Alckmin também foi acusado de receber R$ 10 milhões em quantias não declaradas da Odebrecht, o que nega. 

O governador também não sabe se e quando contará com o apoio do DEM, aliado de fiel de eleições anteriores. Coligada, a chapa PSDB-DEM teria, por exemplo, mais tempo de propaganda. 

Alckmin já disputou as eleições presidenciais em 2006, quando perdeu para Lula no segundo turno. 

Formado em Medicina, começou a carreira política como vereador e, depois, prefeito de Pindamonhangaba (SP). Em 1994, foi eleito vice-governador de São Paulo e acabou assumindo o governo com o agravamento da saúde de Mário Covas em 2001. Perdeu a disputa pela prefeitura de São Paulo em 2008, mas voltou como governador em 2010 e foi reeleito em 2014.


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